Ao Encontro da Sofia

Sábado, 27 de julho de 2026

O Ateneu participa na 5ª edição deste evento que anima a Rua da Sofia.

Atividades:

10.00 h Visita aos Colégios da rua da Sofia
(Encontro no Pátio da Inquisição)

11.00 h Atuação do Coro do Ateneu de Coimbra
(Rua da Sofia, em frente ao Ateneu)

12.30 h Rebimbómalho – Grupo de Bombos e Gaitas de Foles do Ateneu
(Participação no DESFILE “Abram Alas” na rua da Sofia)

15.00 às 17 h Arqueologia – Oficina VAMOS VER E MEXER
(Rua da Sofia, em frente ao Ateneu)


  • Visita aos Colégios com a Professora Doutora Maria de Lurdes Craveiro do Departamento de Estudos Europeus, Arqueologia e Artes da Universidade de Coimbra

Encontro às 10.00 h no Pátio da Inquisição (*)

A Rua da Sofia constitui o projeto urbanístico mais emblemático de Coimbra. A partir dos anos 30 do século XVI, a Rua da Sofia conjuga monumentalidade e limpidez no traçado, fruto da vontade esclarecida do rei D. João III, com a conivência das ordens religiosas; aposta-se num modelo pautado por critérios onde a razão se encontra com a fé e o conhecimento e nele residem, por inteiro, os valores culturais do Renascimento.

(*) É recomendável levar calçado confortável e água


  • Atuação do Coro do Ateneu de Coimbra

11.00 h na rua da Sofia, em frente ao Ateneu

Gente que gosta muito de cantar (e, sobretudo, de cantar em coletivo) interpreta canções de resistência e liberdade.



Participação do Rebimbòmalho – Grupo de Bombos e Gaitas de Foles do Ateneu no DESFILE “Abram Alas” 12.30 h na rua da Sofia


  • Oficina de Arqueologia – VAMOS VER E MEXER

15.00 – 17.00 h na rua da Sofia, em frente ao Ateneu

A oficina Vamos Ver e Mexer propõe a observação e o contacto direto com diversos objetos arqueológicos em pedra, cerâmica e metal, bem como com réplicas de peças originais, datadas entre cerca de 18 000 anos e a atualidade.

Ao longo da atividade, serão explicados o modo de fazer, a funcionalidade e a importância (maior ou menor) que assumiam no quotidiano das comunidades que os utilizaram. Alguns eram utensílios indispensáveis à vida diária e estavam ao alcance da maioria das pessoas; outros, destinavam-se a ocasiões especiais ou eram utilizados pelos grupos socialmente mais privilegiados.

Os participantes serão convidados não apenas a ver, mas também a tocar, manusear e descobrir como estes testemunhos materiais nos ajudam a compreender os modos de vida das sociedades. (Colaboração do Instituto de Arqueologia da FLUC e do Museu Municipal do Sabugal)